Liga Brasileira de Futebol Profissional
Choque de Profissionalismo no Futebol Brasileiro
Parte Técnica
Apresentação das Ligas Nacional e Estaduais do futebol brasileiro
A Liga BRasil organizará quatro divisões nacionais com clubes disputando entre 40 e 76 jogos anuais, além da quinta divisão em onze mata-matas.
As 35 ligas estaduais e subestaduais terão entre 11 e 16 Clubes, com até 66 jogos por ano.
O foco é o profissionalismo, organização e padronização de um calendário racional e estruturado para TODOS os Clubes do futebol brasileiro.
I- Liga Nacional - BRA, BRB, BRC, BRD e BRE
Os '80 (oitenta) principais Clubes do futebol brasileiro' classificados em 4 (quatro) divisões do Campeonato Brasileiro (BRA, BRB, BRC e BRD), disputadas em 'turno no primeiro semestre' e 'returno no segundo semestre' com 'pontos corridos', além das fases regional e nacional da quinta divisão (BRE), disputadas em 'onze mata-matas' do segundo semestre (out. à dez.) pelos 64 (sessenta e quatro) classificados das 35 (trinta e cinco) Ligas Estaduais e SUBestaduais.
As quatro divisões do campeonato brasileiro terá 20 Clubes cada, promovendo o acesso e rebaixamento automático de 2 deles e com jogos extras, os quais definem até três eventuais promoções e rebaixamentos.
Os critérios de desempate, incluem número de vitórias, saldo de gols e confronto direto e o regulamento com uso de VAR, renda do mandante, rigidez no cotrole antidoping, proibição de venda de mando do campo e gramado aprovado pela liga.
O foco é de poder proporcionar aos grandes e médios Clubes de projeção nacional, a chance de disputarem a maior liga do futebol mundial, o Brasileirão!
II- 35 Ligas EStaduais e Sub-estaduais
Pelo fortalecimento dos demais 472 Clubes do futebol pátrio, via a criação de '35 Ligas Estaduais e Sub-estaduais' com o 'mínimo de onze' e o 'máximo de dezesseis Clubes' cada qual (válidas pela fase estadual e sub-estadual da quinta divisão do futebol brasileiro), pelas quais disponibilizarão aos Clubes desclassificados de sua respectiva Liga Estadual, ao menos 60% (sessenta por cento) do calendário útil anual (fevereiro à maio no primeiro semestre e julho à setembro no segundo semestre).
O novo calendário inclui as 35 ligas estaduais e subestaduais para os demais Clubes do futebol brasileiro fora das quatro divisões nacionais.
Os 80 melhores colocados do Turno de suas respectivas ligas classificam-se para as suas respectivas Copas Regionais e Estaduais no meio do ano.
Os 35 campeões e 29 vices de suas respectivas ligas classificam-se para os mata-matas regionais da quinta divisão nacional - BRE no final do ano.
O foco é de proporcionar aos demais Clubes excluídos do brasileirão, a chance de disputarem sua liga estadual e subestadual durante o ano, revelando craques espalhados pelos quatro cantos, gerarando milhares de empregos diretos e indiretos aos mais humildes pelo país afora.
Copas Regionais e Estaduais (CBF - 72 jogos e Federações Estaduais de Futebol - 238 jogos)
Para refazer valer o prestígio dos tradicionais estaduais de outrora, via as suas disputas válidas pelas 'vinte e duas Copas Estaduais do Brasil' inseridas nas '4 Copas Regionais do Brasil' (exceto a Copa Paulista) em até dez mata-matas nos meses de junho/julho por 160 Clubes.
80 das quatro divisões nacionais (BRA, BRB, BRC e BRD) e outros 80 melhores classificados do 'Turno' (fevereiro à maio) das 35 (trinta e cinco) ligas estaduais e sub-estaduais, classificando-se os 16 melhores à nova Copa do BRasil, cujos os critérios de classificação são definidos via as fases de oitavas, quartas, semifinais e finais de tais Copas Estaduais organizadas pelas suas respectivas Federações.
O foco é profissionalismo e integração regional, potencializando o turno das ligas nacionais e estaduais disputadas no primeiro semestre, promovendo o desenvolvimento do futebol brasileiro.
Nova Copa do Brasil
Os 16 (dezesseis) classificados das Copas Regionais (4/SudOeste, 4/SudEste, 3/NordEste e 2/NorOeste) e Estadual (3/São Paulo) disputarão em + seis mata-matas (oitavas, quartas e semi alternadas às Copas Libertadores e SULamericana), além da final em Brasília c/ divisão de renda, a fase nacional da nova 'Copa do BRasil', cujo o campeão e vice-campeão classificarão à fase Pré-Libertadores!
A Supercopa do BRasil entre campeão brasileiro e da nova Copa do BRasil abrirá o calendário também em Brasília com divisão de renda.
O foco é de democratizar o futebol brasileiro via a disputa da nova Copa do BRasil pelos Clubes classificados das Copas Regionais e Estaduais, sem prejuízo de sua qualidade técnica e financeira.
E a "cereja do bolo":
Calendário do Futebol Brasileiro - 2026
'Primeiro Semestre'
30 dias de 'Pré-Temporada' (janeiro) e 'Turno' das '4 divisões (A-B-C-D) do Brasileirão' e das '35 Ligas EStaduais e Subestaduais' (fev. à maio), além da 'Supercopa do BRasil' (Campeão Brasileiro X Campeão da Copa do BRasil) e das '4 Copas Regionais e 22 Copas Estaduais do Brasil' (junho).
'Segundo Semestre'
'REturno' das '4 (quatro) divisões (BRA, BRB, BRC e BRD) do Campeonato Brasileiro' (julho à dezembro) e das '35 Ligas EStaduais e Subestaduais', além das semifinais e finais das 'Copas Regionais e Estaduais do Brasil' (julho) e da nova 'Copa do BRasil' (julho à dezembro) e dos 'onze mata-matas da quinta divisão do Brasileirão (BRE)' (outubro à dezembro), deixando à partir da segunda semana do mês de Dezembro reservado para as merecidas 'Férias' (complementada na primeira semana de janeiro do ano seguinte).
O foco é de disponibilizar um calendário anual e equilibrado entre ambos os semestres aos 552 Clubes do futebol brasileiro profissional.
Parte Jurídica
ESTATUTO
da
Liga Brasileira de Futebol Profissional
O Estatuto da Liga BRasil regula a organização, fins, direitos e deveres dos clubes filiados, destacando a autonomia, gestão financeira, exploração comercial, regras de competições, disciplina e inclusão social, além de garantir a integridade esportiva e apoio aos seus clubes.
A Liga BRasil, na qualidade de entidade desportiva nacional de direito privado sem fins lucrativos e com sede em Brasília/DF, atua na organização, promoção, gestão, fiscalização e desenvolvimento do futebol profissional, com foco na transparência, ética e responsabilidade social.
Autor
Advogado e especialista em gestão esportiva pela FGV/SP - Turma 2000 (Doc. 1), já foi até o Supremo Tribunal Federal via Recurso Extraordinário em face da administração de Ricardo Teixeira (pelo qual caiu no dia 12/03/2012, 'coincidentemente', na data em que foi apresentado em mesa para julgamento o Agravo Regimental do autor - Doc. 2), além da honra por ter participado como um dos 60 (sessenta) maiores especialistas no 'Seminário de Desenvolvimento do Futebol Brasileiro' patrocinado pelo Ministério dos Esportes em 2015 (Doc. 3)!
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer. (Geraldo Vandré)
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